sábado, 17 de janeiro de 2015

Nos negócios, você só cresce se os outros crescerem junto com você

Nos negócios, você só cresce se os outros crescerem junto com você.

Se você quer ganhar os outros que dependem de você tem que ganhar junto com você. Por que será que é tão difícil de entender isso?

Acabei de terminar de fazer o meu cartão de visitas (*). Em seu verso, fiz questão de deixar uma frase de impacto (ela está no título do texto), e que é claro, não foi escolhida a toa. Ela demonstra a filosofia de trabalho que mais me agrada, além de representar também a forma com a qual eu enxergo o futuro dos negócios. Eu não escolho as empresas das quais eu aconselho, mas se pudesse escolher, com certeza só ajudaria pessoas que possuíssem esse pensamento.

Confesso que nunca me dei bem em prever comportamentos de mercado, mas isso nunca me impediu de dar alguns palpites. Não sei se você irá concordar comigo, mas o que eu enxergo é que no futuro não existirá mais espaço para empresários egoístas.

Se você é um pequeno empresário que deseja ver sua empresa progredir, aqui vai uma lição extraída do excelente livro Sonho Grande, do qual retrata a história do empresário Jorge Lemann, o atual homem mais rico do Brasil:

Você só ficará rico se souber como ajudar as pessoas que estão ao seu redor também ficarem ricas.

Amigos empresários, caiam na real, vocês jamais encontrarão mão de obra qualificada pagando R$ 1.000,00 por mês para alguém trabalhar 44 horas por semana, isso não existe e vou te dizer o porquê.

Os grandes talentos, aqueles que realmente farão sua empresa crescer, estão investindo cada vez mais tempo e dinheiro buscando aprimoramento profissional. Cursos custam caro, congressos custam caro, livros custam caro, e para conseguir fazer tudo isso eles precisam de dinheiro.

Nenhum Cristiano Ronaldo jogará no seu time recebendo esse salário. Nenhum Messi vai querer jogar na sua equipe a troco dessa esmola. O ciclo é insustentável e o empresário que não perceber isso irá perder.

Dito em outras palavras...

O micro empresário que só estiver preocupado em pagar a prestação do seu carro importado, enquanto seus funcionários sofrem com computadores que travam todo dia, no futuro irá quebrar.

O pequeno empreendedor que só pensa em viajar para a praia, enquanto seus funcionários não recebem treinamento anualmente, no futuro irá quebrar.

O jovem CEO que só pensa em ficar na sua sala com o ar condicionado ligado em -18, enquanto seus funcionários são obrigados a trabalhar em uma sala com um ventilador capenga, no futuro irá quebrar.

Se você não ajudar os outros, não receberá ajuda, simples assim.

É sob a ótica do egoísmo que as grandes empresas, como Wallmart, aparecem nas pequenas cidades e engolem sem nenhuma piedade os pequenos comerciantes.

No futuro só irá sobreviver aquele que tiver o pensamento coletivo, aquele que pensar no bem da sociedade e no progresso de seus funcionários. Basta você acompanhar o progresso milionário das novas Startup's brasileiras para ver que não estou dizendo nenhuma bobeira.

Se você quer ganhar, os outros que dependem de você tem que ganhar junto com você.

Por que será que é tão difícil de entender isso?

(*) Quem ficou curioso, clique aqui para ver o meu cartão :)

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/nos-negocios-voce-so-cresce-se-os-outros-crescerem-junto-com-voce/83945/

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

O dilema da gestão de vendas

Por que quando um excelente vendedor é promovido a gestor, a força de vendas geralmente perde o excelente vendedor e ganha um péssimo gerente?

Essa deve ser a dúvida de muitos empreendedores. Quando a empresa cresce e se torna necessário criar um cargo de gestor comercial, é muito comum que o vendedor com o melhor desempenho da força de vendas seja promovido.

Porém, em grande parte das vezes, essa promoção não ocorre direito e o resultado é péssimo! Além da força de vendas perder o seu melhor vendedor (criando uma lacuna que demora para ser preenchida), a empresa ganha um profissional sem experiência alguma em liderança.

O planejamento é o primeiro passo para a mudança. Por isso, a organização de uma força de vendas depende do preparo de seus integrantes.

Com isso, ao detectar que a empresa está crescendo e que a força de vendas precisará de um líder para ajudar no desempenho e acompanhamento das métricas dos vendedores, é preciso preparar a mudança.

A melhor coisa que pode ser feita dentro de uma força de vendas é estruturar e preparar a empresa com antecedência para o crescimento, prevendo o que precisa ser feito para quando as projeções se concretizarem.

Como preparar um líder para a força de vendas?
O empreendedor tem duas opções no momento de atribuir um líder para a força de vendas. A primeira é contratar um gestor com experiência em liderar vendas e que principalmente entenda do mercado.

A segunda alternativa é desenvolver um líder dentro da força de vendas. Um líder que já esteja por dentro dos processos da empresa, que conheça o negócio e o mercado, porque vence diariamente vários desafios como vendedor.

Todas as 2 alternativas têm prós e contras. Porém, quando se escolhe beneficiar um vendedor com excelente desempenho, é preciso passar pelas etapas da mudança com muito cuidado para que ela não influencie de maneira negativa o desempenho de toda a equipe de vendas.

Como estruturar a mudança em uma força de vendas?
O planejamento é a melhor maneira para o crescimento não prejudicar a força de vendas.

É preciso antecipar as mudanças para que se tenha tempo de adaptação e não haja perda em resultados.

Por isso, quando o cenário previsto estiver começando a acontecer e existir a necessidade de um novo líder, o primeiro passo é encontrar um novo integrante para a força de vendas.

Paralelamente a isso, é importante capacitar o membro da força de vendas que será promovido, com cursos e muito material sobre liderança. Isso acontece porque mesmo que o futuro líder saiba muito sobre vendas, pode ser que ele saiba pouco sobre liderança ou gestão de pessoas.

Treinamento e capacitação é essencial para qualquer grande líder.

Ele precisará muito dessas duas ferramentas para fazer a força de vendas continuar gerando resultados.

Quando a mudança é planejada e executada com tempo suficiente para que o processo não seja influenciado negativamente, ela é benéfica para todos os envolvidos.

Primeiro, porque quando a empresa investe em um novo líder para a força de vendas, o líder irá querer atender às expectativas da empresa que o promoveu, e quando a força de vendas já está estruturada para a saída de um vendedor, o impacto será bem menor.

Isso é bem diferente de chegar em uma bela manhã e ser bombardeado com novos cargos, novos funcionários e novas atribuições.

O planejamento é a melhor maneira de não se perder um excelente vendedor, ganhando um péssimo líder para a empresa. É justamente isso que pode arruinar uma força de vendas: mudanças sem preparo, sem estrutura e que surpreende a todos.

Quando o cenário é planejado, tudo muda. É justamente essa a única e melhor maneira de promover um vendedor sem arruinar o desempenho da força de vendas.

domingo, 28 de dezembro de 2014

6 erros jurídicos mais cometidos pelas startups

Segundo advogado, tais aspectos são essenciais, mas ignorados por empreendedores. Saiba o que fazer para não prejudicar seu negócio.

Para abrir uma empresa, é preciso muito mais do que ter uma ideia e executá-la. Há uma série de fatores que devem ser levados em conta pelo gestor de um negócio. Um dos mais importantes – e algo muitas vezes ignorado pelos empreendedores – diz respeito aos aspectos jurídicos de uma organização.
Segundo Lucas Judice, advogado e fundador da aceleradora MidStage Ventures, é bem verdade que existem algumas empresas que, apesar da má vontade em ter contratos detalhados e em contratar advogados de qualidade, dentre outras preocupações pertinentes, foram bem-sucedidas. Mas ele afirma que elas são exceção, até porque nem sempre se comenta sobre as várias companhias que definharam justamente por causa de problemas dessa natureza.

Para ajudar empreendedores a não perder grandes oportunidades de negócios em razão de erros jurídicos, Judice listou os principais equívocos do tipo cometidos por quem tem empresas de tecnologia:

1. Não pensar na parte jurídica
O advogado afirma que, no Brasil, o advogado não é considerado um consultor, mas um “apagador de incêndios”. Ou seja, o profissional só é chamado depois que um problema acontece. Judice recomenda que, ao contrário do que acontece por aqui, o ideal é que o advogado atue como um mentor. Sua presença pode evitar perdas significativas em negociações de contrato ou de investimentos e fazer com que o empreendedor conheça a legislação própria do negócio em que atua.

2. Contratar um amigo ou familiar como advogado
O termo “advogado de confiança”, bastante ouvido por quem precisa de um especialista em direito, não indica que um amigo ou familiar deve ser contratado. Confiança, neste caso, não significa ter alguém a quem confiar um segredo, mas um profissional com conhecimento jurídico para proteger o seu negócio. Judice diz que, para o sucesso de um negócio, mais vale um profissional competente do que alguém próximo, mas que não domine muito bem o que é necessário para ser um bom advogado.

3. Não discutir cláusulas entre os fundadores
Antes de tudo, vale dizer que chamar amigos para um projeto não é uma boa na maioria dos casos – pois apenas a afinidade é levada em conta, não a habilidade de alguém em exercer alguma função. No entanto, acaba acontecendo de amigos se juntarem para abrir uma empresa. Quando isso acontece, muitas vezes um cofundador prefere não discutir aspectos delicados, mas importantes, da companhia, a fim de “não chatear” os outros. Para Judice, é importante se lembrar de que “o combinado não sai caro” e que é melhor ter conversas mais complicadas do que falir.

4. Achar que qualquer contrato social é suficiente
Outro grande erro, segundo o empreendedor da MidStage. Modelos predefinidos não contemplam tópicos essenciais no cotidiano de uma startup, como direito de aquisição de cotas, perda de direitos societários, direitos e deveres dos sócios, regras de admissão de novos parceiros, distribuição de dividendos e cláusulas de confidencialidade, entre muitos outros. Lembra-se da primeira dica, aquela que dizia que é bom ter um advogado por perto? Mais um motivo para você ter algum especialista jurídico a seu lado.

5. Não pensar na propriedade intelectual
Judice afirma que já ouviu diversas vezes que “ter problemas com propriedade intelectual é um bom problema”, pois isso indicaria que seu produto está incomodando concorrentes e tendo público e dinheiro. No entanto, tal argumento é falho. É essencial que os empreendedores criem um negócio para durar e que seja imune a ações jurídicas.
Há algumas maneiras de proteger a propriedade intelectual de um negócio. É possível, por exemplo, solicitar a proteção da sua marca junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Registros em cartórios civis também são úteis, pois podem atestar a data de documentos importantes na elaboração de um projeto.  Além disso, há os acordos de confidencialidade, conhecidos como NDA. Com eles, pelo menos na teoria, impede-se que informações estratégicas se tornem públicas. Judice afirma que solicitar a assinatura de um NDA pode ser desagradável, mas é uma boa garantia para os empreendedores. 

6. Não discutir e implementar direitos de aquisição de cotas
Os direitos de aquisição de cotas (também conhecidos pelo termo vesting) são relacionados ao tempo e a metas específicas de uma empresa. Pela legislação brasileira, um sócio pode adquirir cotas de acordo com o tempo e esforço que dedica à evolução de uma empresa.

Por exemplo, o cofundador pode ter 5% em vesting divididos em cinco anos – o que significa que, a cada ano, ele poderá ter uma cota adicional de 1% da empresa. No entanto, os ganhos só existem se metas forem batidas. Do contrário, não. Segundo Judice, a prática incentiva a produtividade dos membros de um time e deve ser levada em conta.

Fonte: http://revistapegn.globo.com/Startups/noticia/2014/12/os-6-erros-juridicos-mais-cometidos-pelas-startups.html

Dr. MAURICIO HASBENI DE MELO - Advogado Empresarial
Graduado pela Faculdade de Tecnologia (FATEC). Graduado pela Faculdade de Direito da Universidade de Piracicaba (UNIMEP).
Advogado militante na área empresarial, com experiência em soluções e estratégias para expansão de empresas - Com MBA em Direito Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas. Especialista em Políticas Públicas pela UNIBEM. Professor.
Criador e Coordenador do Clube do Empreendedor.
Consultor Empresarial.
Coach e Analista Comportamental pelo Instituto Brasileiro de Coaching (IBC).
Criador do Curso de Engenharia do Sucesso.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

15 regras para se tornar um líder respeitado

Para liderar, é preciso conquistar o respeito daqueles que o cercam. Uma vez respeitado, suas opiniões serão levadas em consideração mais facilmente e suas ideias atingirão o sucesso de forma mais rápida, porque os outros estarão dispostos a ajudá-lo.

O site Life Hack publicou 15 regras para ganhar o respeito e se tornar um líder influente. Confira abaixo um resumo desses pontos:


1. Encontre o seu estilo e inspire. O auto-conhecimento é uma das coisas mais importantes que você pode fazer como líder. Saber o estilo que você usa para liderar, o ajudará a usá-lo de forma melhor.
2. Demonstre integridade. A falta de integridade pode arruinar o respeito que você conseguiu conquistar junto aos seus funcionários e colaboradores. Mas lembre-se que integridade não é apenas evitar escolhas antiéticas, mas intencionalmente moldar uma cultura de valores e serviços ao seu redor.
3. Termine seu trabalho de casa. Quanto mais você souber sobre algo, mais preparado você está para conquistar essa coisa. Líderes se informam e se mantém informados.
4. Invista em si mesmo. Líderes investem em aprendizado e em experiência. Quanto mais você souber, mais e melhor você poderá ajudar.
5. Gerencie sua marca. A percepção de sua marca pelo público é importante, por isso, um bom líder constantemente procura por um feedback para garantir que sua empresa não está sendo percebida negativamente.
6. Concentre-se no futuro. O trabalho do líder é focar no futuro em benefício dos constituintes. Estabeleça uma visão e mantenha-se no caminho para conquistar sua meta. Resista à tentação de passar muito tempo resolvendo problemas do dia-a-dia se eles estão lhe custando o progresso da sua ideia.
7. Entenda melhor as pessoas. Conheça sua equipe e crie uma cultura na qual as pessoas se sintam apoiadas pessoalmente, e não apenas profissionalmente.
8. Posicione as pessoas profissionalmente. Ao conhecer seus funcionários, você será capaz de colocá-los nas funções mais adequadas às suas habilidades, o que lhes permitirão maior crescimento profissional e sucesso.
9. Elogie. Se alguém faz um bom trabalho, garanta que ela saiba disso. Não importa a forma, seja por e-mail ou uma remuneração extra, se você pode assegurá-los que fez um ótimo trabalho, o faça.
10. Treine e defenda. Se você quer que as pessoas que você lidera o respeitem, deixe-os sabendo que você está ao lado deles. Defenda-os, ajude-os e isso influenciará em seu favor.
11. Construa parcerias. É impossível fazer tudo com maestria, por isso, se cerque de pessoas que possuam as qualidades que lhe faltam.
12. Pergunte antes de falar. Líderes ouvem. Não assuma que você já sabe a resposta para uma pergunta que você nem mesmo fez. Seja cético.
13. Antecipe e otimize. Sempre pense a frente. Se pergunte sobre o mercado, possibilidades de erros e se há algo a mais que você pode fazer. Tudo isso ajudará a criar melhores planos para o futuro.
14. Assuma riscos. Sem riscos, sem recompensas. Simples assim.
15. Espere grandeza. Nunca se acomode, pois líderes são persistentes até encontrarem a perfeição. Os seus melhores dias podem estar logo a frente e para isso é preciso trabalhar duro.

Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/15-regras-para-se-tornar-um-lider-respeitado/84977/

terça-feira, 9 de setembro de 2014

10 características do perfil do Empreendedor de Alta Performance

Por Raúl Candeloro
Empreendedorismo é quando alguém reconhece (ou cria) uma oportunidade e passa a usar e desenvolver recursos, individualmente ou na liderança de um grupo, para transformar essa oportunidade em valor econômico e social.
Todo empresário ou empresária que abriu sua própria empresa é, por definição, um empreendedor.
Mesmo dentro das empresas, como funcionários, podemos (e precisamos) ter empreendedores internos – chama-se isso de intraempreendedorismo e é uma área muito forte do empreendedorismo.
Funcionários de Alta Performance são invariavelmente empreendedores internos. Não trabalham para si mesmos, mas utilizam sua atitude empreendedora em prol das suas equipes, setores e da própria empresa.
E qual o perfil do empreendedor de sucesso?
O Instituto Gallup revelou recentemente os resultados de uma pesquisa que fez, comparando os perfis psicológicos dos empreendedores das pequenas e médias empresas que mais crescem, com os perfis de empresas que crescem menos.
Descobriu que os empreendedores de Alta Performance tem 8x mais probabilidade de terem estas características. Vamos ver quais são?
10 características do perfil do Empreendedor de Alta Performance
  1. Gestão do Risco
  2. Foco no negócio
  3. Determinação
  4. Delegação
  5. Procura do conhecimento
  6. Pensamento criativo
  7. Confiança
  8. Promotor (do próprio negócio)
  9. Independência
  10. Relacionamento

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Você está percebendo o que está acontecendo com o marketing?

Por Conrado Adolpho
O digital está realmente tomando conta do cenário de marketing em todas as esferas. O que começou com uma "brincadeira dos meninos da internet" na pequena empresa, tomou de assalto as corporações. Kotler falando que começaria sua carreira hoje pelo digital foi lindo.
Mas não é só isso. O próprio digital está mudando. Os conceitos ainda undergrounds estão se mostrando muito eficientes para pequenas empresas e profissionais liberais. Conceitos como:
- criação e relacionamento com a lista para descobrir de maneira mais profunda necessidades e desejos do consumidor, para daí criar uma oferta perfeita é vender muito mais. Esse é um conceito antigo, mas agora está realmente atingindo as empresas. Mesmo sem ter que fazer anos e anos de faculdades e cursos de MBA, essas empresas estão gerando resultados reais!
- O "produzir para vender" dando lugar ao "vender para produzir". Eu falei isso em 2007 em uma palestra para a Endeavor o/
- dar conteúdo de valor antes de tentar vender para gerar credibilidade (capital social) antes de transformar credibilidade em dinheiro (capital financeiro). Outro conceito antigo que só agora está sistematizado para a pequena empresa;
- "anúncio não foi feito para vender", mas sim atrair um interessado para um zona de engajamento por meio de "colas sociais" (conteúdo de qualidade e persuasivo para matar objeções e valorizar o produto ou serviço vendido posteriormente). Isso reverterá totalmente o trabalho das agências nos próximos anos;
- "a melhor maneira de encontrar seu consumidor é ser encontrado por ele", mostrando que é importante ter uma presença digital abrangente para que o consumidor encontre você ou sua empresa quando for procurar por uma solução para seus problemas. Outro ponto que fará as agências se reposicionarem por meio do "marketing por conteúdo";
- associação de produtos digitais a serviços e produtos físicos como forma de aumento de lucratividade da empresa e do profissional liberal. Os famosos "infoprodutos" ainda vão chegar muito mais longe do que se pensa. Vai virar estratégia de penetração de mercado, tática de criação de lista de clientes e muito mais;
- novas profissões como copywriter, gerente de lançamentos, gerente de afiliados e pelo menos mais umas dez. Uma nova economia vai surgir dessas profissões e profissionais das mais diversas áreas (redação publicitária, por exemplo) vão ter que se reinventar;
- pessoas faturando múltiplas vezes mais do que empresas por meio da venda legítima de conhecimento. Independente do que você ache disso, é importante olhar com a frieza necessária para analisar o que está acontecendo. Sem juízo de valor, mas sim com um olhar de um cientista diante de um fenômeno natural. Entenda as causas, mas não julgue, apenas observe;
- profissionais que não fizeram faculdade de marketing nem administração nem nada que o valha gerando centenas de milhares, milhões, e ajudando outras empresas e profissionais também com muito poucos recursos a também terem resultados impressionantes;
Você está percebendo que em 2 ou 3 anos o marketing vai mudar muito? Que novos métodos vão tornar os antigos obsoletos? Que haverá uma nova leva de referências nesse novo modelo?
Conselho: passe a observar tudo com mais atenção é cuidado para não fazer julgamentos precipitados.
Em junho de 2011 eu lancei o 8Ps, já percebendo que as coisas estavam mudando.
No início de 2012 eu percebi que tinha uma brisa diferente no ar. No final de 2012 fui para os EUA tentar entender melhor que brisa era aquela.
Em 2013 eu mudei meu posicionamento e vim para o que eu considero o marketing na sua forma mais avançada. E não estou falando de ferramentas, estou falando de estratégia. Não confunda tática com estratégia. Nos próximos anos a estratégia vai mudar e, com isso, novos players vão surgir e muitos antigos vão sumir.
Muitos nomes que hoje escutam falar, vão desaparecer. Serão engolidos por uma nova leva de profissionais dos quais você nunca ouviu falar e que hoje nem batem no seu radar.
Talvez um desses profissionais seja você.
Conclusão: se você acha que nada mudou, você não entendeu direito o que está acontecendo...
A coisa toda é muito maior do que "uns meninos vendendo infoprodutos por aí". Lembre-se dos "meninos da internet" da década de 90. O cenário está se repetindo e pronto para mudar estupidamente mais uma vez.
Lembre-se de que esses tais "meninos da internet" dos anos 90 se transformaram nos CEOs de empresas que mudaram o mundo.
Lembre-se do ceticismo que eles sofreram (o mesmo ceticismo que hoje se mostra diante da mudança iminente), mas mesmo assim continuaram caminhando por uma simples questão de fé.
As épocas de mudanças são as melhores horas para se assumir a liderança. Essa é a hora!