domingo, 28 de dezembro de 2014

6 erros jurídicos mais cometidos pelas startups

Segundo advogado, tais aspectos são essenciais, mas ignorados por empreendedores. Saiba o que fazer para não prejudicar seu negócio.

Para abrir uma empresa, é preciso muito mais do que ter uma ideia e executá-la. Há uma série de fatores que devem ser levados em conta pelo gestor de um negócio. Um dos mais importantes – e algo muitas vezes ignorado pelos empreendedores – diz respeito aos aspectos jurídicos de uma organização.
Segundo Lucas Judice, advogado e fundador da aceleradora MidStage Ventures, é bem verdade que existem algumas empresas que, apesar da má vontade em ter contratos detalhados e em contratar advogados de qualidade, dentre outras preocupações pertinentes, foram bem-sucedidas. Mas ele afirma que elas são exceção, até porque nem sempre se comenta sobre as várias companhias que definharam justamente por causa de problemas dessa natureza.

Para ajudar empreendedores a não perder grandes oportunidades de negócios em razão de erros jurídicos, Judice listou os principais equívocos do tipo cometidos por quem tem empresas de tecnologia:

1. Não pensar na parte jurídica
O advogado afirma que, no Brasil, o advogado não é considerado um consultor, mas um “apagador de incêndios”. Ou seja, o profissional só é chamado depois que um problema acontece. Judice recomenda que, ao contrário do que acontece por aqui, o ideal é que o advogado atue como um mentor. Sua presença pode evitar perdas significativas em negociações de contrato ou de investimentos e fazer com que o empreendedor conheça a legislação própria do negócio em que atua.

2. Contratar um amigo ou familiar como advogado
O termo “advogado de confiança”, bastante ouvido por quem precisa de um especialista em direito, não indica que um amigo ou familiar deve ser contratado. Confiança, neste caso, não significa ter alguém a quem confiar um segredo, mas um profissional com conhecimento jurídico para proteger o seu negócio. Judice diz que, para o sucesso de um negócio, mais vale um profissional competente do que alguém próximo, mas que não domine muito bem o que é necessário para ser um bom advogado.

3. Não discutir cláusulas entre os fundadores
Antes de tudo, vale dizer que chamar amigos para um projeto não é uma boa na maioria dos casos – pois apenas a afinidade é levada em conta, não a habilidade de alguém em exercer alguma função. No entanto, acaba acontecendo de amigos se juntarem para abrir uma empresa. Quando isso acontece, muitas vezes um cofundador prefere não discutir aspectos delicados, mas importantes, da companhia, a fim de “não chatear” os outros. Para Judice, é importante se lembrar de que “o combinado não sai caro” e que é melhor ter conversas mais complicadas do que falir.

4. Achar que qualquer contrato social é suficiente
Outro grande erro, segundo o empreendedor da MidStage. Modelos predefinidos não contemplam tópicos essenciais no cotidiano de uma startup, como direito de aquisição de cotas, perda de direitos societários, direitos e deveres dos sócios, regras de admissão de novos parceiros, distribuição de dividendos e cláusulas de confidencialidade, entre muitos outros. Lembra-se da primeira dica, aquela que dizia que é bom ter um advogado por perto? Mais um motivo para você ter algum especialista jurídico a seu lado.

5. Não pensar na propriedade intelectual
Judice afirma que já ouviu diversas vezes que “ter problemas com propriedade intelectual é um bom problema”, pois isso indicaria que seu produto está incomodando concorrentes e tendo público e dinheiro. No entanto, tal argumento é falho. É essencial que os empreendedores criem um negócio para durar e que seja imune a ações jurídicas.
Há algumas maneiras de proteger a propriedade intelectual de um negócio. É possível, por exemplo, solicitar a proteção da sua marca junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Registros em cartórios civis também são úteis, pois podem atestar a data de documentos importantes na elaboração de um projeto.  Além disso, há os acordos de confidencialidade, conhecidos como NDA. Com eles, pelo menos na teoria, impede-se que informações estratégicas se tornem públicas. Judice afirma que solicitar a assinatura de um NDA pode ser desagradável, mas é uma boa garantia para os empreendedores. 

6. Não discutir e implementar direitos de aquisição de cotas
Os direitos de aquisição de cotas (também conhecidos pelo termo vesting) são relacionados ao tempo e a metas específicas de uma empresa. Pela legislação brasileira, um sócio pode adquirir cotas de acordo com o tempo e esforço que dedica à evolução de uma empresa.

Por exemplo, o cofundador pode ter 5% em vesting divididos em cinco anos – o que significa que, a cada ano, ele poderá ter uma cota adicional de 1% da empresa. No entanto, os ganhos só existem se metas forem batidas. Do contrário, não. Segundo Judice, a prática incentiva a produtividade dos membros de um time e deve ser levada em conta.

Fonte: http://revistapegn.globo.com/Startups/noticia/2014/12/os-6-erros-juridicos-mais-cometidos-pelas-startups.html

Dr. MAURICIO HASBENI DE MELO - Advogado Empresarial
Graduado pela Faculdade de Tecnologia (FATEC). Graduado pela Faculdade de Direito da Universidade de Piracicaba (UNIMEP).
Advogado militante na área empresarial, com experiência em soluções e estratégias para expansão de empresas - Com MBA em Direito Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas. Especialista em Políticas Públicas pela UNIBEM. Professor.
Criador e Coordenador do Clube do Empreendedor.
Consultor Empresarial.
Coach e Analista Comportamental pelo Instituto Brasileiro de Coaching (IBC).
Criador do Curso de Engenharia do Sucesso.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

15 regras para se tornar um líder respeitado

Para liderar, é preciso conquistar o respeito daqueles que o cercam. Uma vez respeitado, suas opiniões serão levadas em consideração mais facilmente e suas ideias atingirão o sucesso de forma mais rápida, porque os outros estarão dispostos a ajudá-lo.

O site Life Hack publicou 15 regras para ganhar o respeito e se tornar um líder influente. Confira abaixo um resumo desses pontos:


1. Encontre o seu estilo e inspire. O auto-conhecimento é uma das coisas mais importantes que você pode fazer como líder. Saber o estilo que você usa para liderar, o ajudará a usá-lo de forma melhor.
2. Demonstre integridade. A falta de integridade pode arruinar o respeito que você conseguiu conquistar junto aos seus funcionários e colaboradores. Mas lembre-se que integridade não é apenas evitar escolhas antiéticas, mas intencionalmente moldar uma cultura de valores e serviços ao seu redor.
3. Termine seu trabalho de casa. Quanto mais você souber sobre algo, mais preparado você está para conquistar essa coisa. Líderes se informam e se mantém informados.
4. Invista em si mesmo. Líderes investem em aprendizado e em experiência. Quanto mais você souber, mais e melhor você poderá ajudar.
5. Gerencie sua marca. A percepção de sua marca pelo público é importante, por isso, um bom líder constantemente procura por um feedback para garantir que sua empresa não está sendo percebida negativamente.
6. Concentre-se no futuro. O trabalho do líder é focar no futuro em benefício dos constituintes. Estabeleça uma visão e mantenha-se no caminho para conquistar sua meta. Resista à tentação de passar muito tempo resolvendo problemas do dia-a-dia se eles estão lhe custando o progresso da sua ideia.
7. Entenda melhor as pessoas. Conheça sua equipe e crie uma cultura na qual as pessoas se sintam apoiadas pessoalmente, e não apenas profissionalmente.
8. Posicione as pessoas profissionalmente. Ao conhecer seus funcionários, você será capaz de colocá-los nas funções mais adequadas às suas habilidades, o que lhes permitirão maior crescimento profissional e sucesso.
9. Elogie. Se alguém faz um bom trabalho, garanta que ela saiba disso. Não importa a forma, seja por e-mail ou uma remuneração extra, se você pode assegurá-los que fez um ótimo trabalho, o faça.
10. Treine e defenda. Se você quer que as pessoas que você lidera o respeitem, deixe-os sabendo que você está ao lado deles. Defenda-os, ajude-os e isso influenciará em seu favor.
11. Construa parcerias. É impossível fazer tudo com maestria, por isso, se cerque de pessoas que possuam as qualidades que lhe faltam.
12. Pergunte antes de falar. Líderes ouvem. Não assuma que você já sabe a resposta para uma pergunta que você nem mesmo fez. Seja cético.
13. Antecipe e otimize. Sempre pense a frente. Se pergunte sobre o mercado, possibilidades de erros e se há algo a mais que você pode fazer. Tudo isso ajudará a criar melhores planos para o futuro.
14. Assuma riscos. Sem riscos, sem recompensas. Simples assim.
15. Espere grandeza. Nunca se acomode, pois líderes são persistentes até encontrarem a perfeição. Os seus melhores dias podem estar logo a frente e para isso é preciso trabalhar duro.

Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/15-regras-para-se-tornar-um-lider-respeitado/84977/

terça-feira, 9 de setembro de 2014

10 características do perfil do Empreendedor de Alta Performance

Por Raúl Candeloro
Empreendedorismo é quando alguém reconhece (ou cria) uma oportunidade e passa a usar e desenvolver recursos, individualmente ou na liderança de um grupo, para transformar essa oportunidade em valor econômico e social.
Todo empresário ou empresária que abriu sua própria empresa é, por definição, um empreendedor.
Mesmo dentro das empresas, como funcionários, podemos (e precisamos) ter empreendedores internos – chama-se isso de intraempreendedorismo e é uma área muito forte do empreendedorismo.
Funcionários de Alta Performance são invariavelmente empreendedores internos. Não trabalham para si mesmos, mas utilizam sua atitude empreendedora em prol das suas equipes, setores e da própria empresa.
E qual o perfil do empreendedor de sucesso?
O Instituto Gallup revelou recentemente os resultados de uma pesquisa que fez, comparando os perfis psicológicos dos empreendedores das pequenas e médias empresas que mais crescem, com os perfis de empresas que crescem menos.
Descobriu que os empreendedores de Alta Performance tem 8x mais probabilidade de terem estas características. Vamos ver quais são?
10 características do perfil do Empreendedor de Alta Performance
  1. Gestão do Risco
  2. Foco no negócio
  3. Determinação
  4. Delegação
  5. Procura do conhecimento
  6. Pensamento criativo
  7. Confiança
  8. Promotor (do próprio negócio)
  9. Independência
  10. Relacionamento

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Você está percebendo o que está acontecendo com o marketing?

Por Conrado Adolpho
O digital está realmente tomando conta do cenário de marketing em todas as esferas. O que começou com uma "brincadeira dos meninos da internet" na pequena empresa, tomou de assalto as corporações. Kotler falando que começaria sua carreira hoje pelo digital foi lindo.
Mas não é só isso. O próprio digital está mudando. Os conceitos ainda undergrounds estão se mostrando muito eficientes para pequenas empresas e profissionais liberais. Conceitos como:
- criação e relacionamento com a lista para descobrir de maneira mais profunda necessidades e desejos do consumidor, para daí criar uma oferta perfeita é vender muito mais. Esse é um conceito antigo, mas agora está realmente atingindo as empresas. Mesmo sem ter que fazer anos e anos de faculdades e cursos de MBA, essas empresas estão gerando resultados reais!
- O "produzir para vender" dando lugar ao "vender para produzir". Eu falei isso em 2007 em uma palestra para a Endeavor o/
- dar conteúdo de valor antes de tentar vender para gerar credibilidade (capital social) antes de transformar credibilidade em dinheiro (capital financeiro). Outro conceito antigo que só agora está sistematizado para a pequena empresa;
- "anúncio não foi feito para vender", mas sim atrair um interessado para um zona de engajamento por meio de "colas sociais" (conteúdo de qualidade e persuasivo para matar objeções e valorizar o produto ou serviço vendido posteriormente). Isso reverterá totalmente o trabalho das agências nos próximos anos;
- "a melhor maneira de encontrar seu consumidor é ser encontrado por ele", mostrando que é importante ter uma presença digital abrangente para que o consumidor encontre você ou sua empresa quando for procurar por uma solução para seus problemas. Outro ponto que fará as agências se reposicionarem por meio do "marketing por conteúdo";
- associação de produtos digitais a serviços e produtos físicos como forma de aumento de lucratividade da empresa e do profissional liberal. Os famosos "infoprodutos" ainda vão chegar muito mais longe do que se pensa. Vai virar estratégia de penetração de mercado, tática de criação de lista de clientes e muito mais;
- novas profissões como copywriter, gerente de lançamentos, gerente de afiliados e pelo menos mais umas dez. Uma nova economia vai surgir dessas profissões e profissionais das mais diversas áreas (redação publicitária, por exemplo) vão ter que se reinventar;
- pessoas faturando múltiplas vezes mais do que empresas por meio da venda legítima de conhecimento. Independente do que você ache disso, é importante olhar com a frieza necessária para analisar o que está acontecendo. Sem juízo de valor, mas sim com um olhar de um cientista diante de um fenômeno natural. Entenda as causas, mas não julgue, apenas observe;
- profissionais que não fizeram faculdade de marketing nem administração nem nada que o valha gerando centenas de milhares, milhões, e ajudando outras empresas e profissionais também com muito poucos recursos a também terem resultados impressionantes;
Você está percebendo que em 2 ou 3 anos o marketing vai mudar muito? Que novos métodos vão tornar os antigos obsoletos? Que haverá uma nova leva de referências nesse novo modelo?
Conselho: passe a observar tudo com mais atenção é cuidado para não fazer julgamentos precipitados.
Em junho de 2011 eu lancei o 8Ps, já percebendo que as coisas estavam mudando.
No início de 2012 eu percebi que tinha uma brisa diferente no ar. No final de 2012 fui para os EUA tentar entender melhor que brisa era aquela.
Em 2013 eu mudei meu posicionamento e vim para o que eu considero o marketing na sua forma mais avançada. E não estou falando de ferramentas, estou falando de estratégia. Não confunda tática com estratégia. Nos próximos anos a estratégia vai mudar e, com isso, novos players vão surgir e muitos antigos vão sumir.
Muitos nomes que hoje escutam falar, vão desaparecer. Serão engolidos por uma nova leva de profissionais dos quais você nunca ouviu falar e que hoje nem batem no seu radar.
Talvez um desses profissionais seja você.
Conclusão: se você acha que nada mudou, você não entendeu direito o que está acontecendo...
A coisa toda é muito maior do que "uns meninos vendendo infoprodutos por aí". Lembre-se dos "meninos da internet" da década de 90. O cenário está se repetindo e pronto para mudar estupidamente mais uma vez.
Lembre-se de que esses tais "meninos da internet" dos anos 90 se transformaram nos CEOs de empresas que mudaram o mundo.
Lembre-se do ceticismo que eles sofreram (o mesmo ceticismo que hoje se mostra diante da mudança iminente), mas mesmo assim continuaram caminhando por uma simples questão de fé.
As épocas de mudanças são as melhores horas para se assumir a liderança. Essa é a hora!

domingo, 17 de agosto de 2014

12 Razões para Investir na Fidelização de Clientes

Algumas empresas ainda não compreendem a importância de fidelizar seus clientes e mantêm o foco na satisfação, de modo geral. Isso é importante, já que para se tornar fiel o consumidor precisa essencialmente estar satisfeito. Apesar disso, trabalhar exclusivamente em cima da satisfação não é o suficiente, principalmente para lojas virtuais, quando a concorrência está à distância de apenas um clique.

Veja abaixo doze razões para investir na fidelização de clientes e transformar consumidores em clientes fiéis que impulsionarão as vendas da sua loja virtual:

1- Turbinar as vendas

A maior preocupação de uma loja virtual é o faturamento, mas com clientes fiéis dá pra tirar de letra. Clientes fiéis podem aumentar o faturamento de uma loja em até 70%!

2 – Clientes fiéis cabem no bolso

A empresa tem um custo de 5 a 7 vezes maior conquistando novos clientes, já que precisam se empenhar em campanhas de marketing mais ferozes para atrair a atenção de quem muitas vezes nem sabe que sua loja existe. Gaste menos mantendo clientes fiéis.

3 – Custo reduzido no atendimento

Clientes fiéis normalmente estão familiarizados com as políticas da sua loja, produtos e informações. Quando entrarem em contato não farão muitas perguntas e terão suas dúvidas sanadas rapidamente, reduzindo o custo operacional de atendimento.

4 – Carrinho mais cheio

Quando pensam em comprar mais de um produto ou se interessam por outro produto durante a busca na loja, os clientes fiéis preferem comprar tudo no mesmo lugar. Seja para juntar as parcelas, pagar um único frete, facilidade ou por questão de confiança.

5 – O preço não é o mais importante

Os e-consumidores de hoje não se importam mais apenas com os preços reduzidos. Querem comprar em lojas que ofereçam qualidade no produto, no atendimento e que ofereçam benefícios. Dessa forma, muitos resistem aos apelos dos concorrentes. Preferem pagar um valor um pouco diferente e evitar qualquer risco de insatisfação.

6 – Programa de fidelidade

A missão desse tipo de programa é fidelizar clientes. A Rakuten, por exemplo, possui o Super Points, programa que reverte o valor gasto em uma compra em pontos para o cliente trocar na próxima compra. Isso eleva a frequência de compras entre os clientes fiéis, que vão levá-lo ao conhecimento de amigos e parentes para que também tenham vantagens.

7 – Boca a boca positivo

Apesar de toda a tecnologia que temos hoje, o boca a boca ainda é uma das formas mais fortes de influência. Segundo uma pesquisa recente a proporção aponta que cada cliente fiel tende a recomendar marcas para cinco pessoas, enquanto clientes não fiéis acabam influenciando negativamente cerca de treze pessoas.

8 – Acreditar na marca

Ao se deparar com um erro no site, demora de carregamento da página ou qualquer pequeno problema, a tendência dos consumidores não fiéis é desistir da compra. Por outro lado, o cliente fiel vai insistir na compra, fazer outras tentativas, entrar em contato.

9 – Críticas construtivas

Falhas acontecem. Atraso na entrega, produto com defeito e falta de estoque são alguns desafios recorrentes a serem superados em lojas virtuais. Clientes fiéis tendem a encarar isso como algo pontual e procuram entrar em contato com a empresa e dar dicas de melhorias. O cliente fiel dá muito mais valor e se sente mais valorizado quando tem um problema resolvido.

10 – Curtindo e compartilhando

Com as redes sociais o impacto da opinião das pessoas se tornou imenso. A maioria dos clientes seguem suas marcas favoritas e compartilham sua experiência com outros usuários. Fidelizar clientes em canais como Facebook e Twitter garante que o alcance da satisfação deles seja ainda maior, interferindo positivamente na opinião de outros consumidores.

11 – E-mail amigo

Quando sua empresa envia um e-mail marketing para um cliente fiel, ela transforma a novidade em uma forma de contato. Os clientes já esperam receber as mensagens e ficam felizes em receber algo exclusivo, uma promoção ou indicação de produto de acordo com o registro de compras anteriores. É uma forma econômica e eficaz de estreitar a relação com o cliente.

12 – Fonte de conteúdo

Os consumidores valorizam empresas que são mais do que canais de compras. Produzir conteúdo é uma tendência entre as lojas virtuais, e clientes fiéis são aqueles que vão ajudar a disseminar seu conteúdo na internet.

Fonte: http://blog.rakuten.com.br/12-razoes-para-investir-na-fidelizacao-de-clientes/?utm_medium=email&utm_campaign=e-news_15-08&utm_source=RD%20Station#.U_DHQahdW2d

segunda-feira, 16 de junho de 2014

COMO O EMPREENDEDORISMO SALVOU TODA UMA CIDADE

Como o empreendedorismo salvou toda uma cidade...
Andrew Yang relembra histórias que mudaram o cenário econômico de Seattle, em Washington

Hoje Seattle, nos Estados Unidos, é considerada uma das cidades mais desejadas para morar e trabalhar no país. Mas nem sempre foi assim, segundo Andrew Yang, fundador da organização de empreendedorismo Venture for America e autor do livro 'Smart People Should Build Things'. Em artigo publicado no site da Fast Company, Yang conta casos que mudaram o cenário empreendedor nessa cidade.

Yang conta que no final dos anos 1970 Seattle não era um local próspero para começar um negócio - a cidade apresentava desemprego e a economia era baseada na indústria madeireira. "A Economist havia rotulado Seattle como a 'cidade do desespero' e um outdoor apareceu dizendo algo como 'Quem sair por último desligue as luzes'. Mas em 1979, conta ele, dois nativos decidiram mudar sua pequena empresa de 13 funcionários para lá. Eles eram Bill Gates and Paul Allen, e a empresa era a Microsoft.

Mas será que apenas uma empresa pode mudar toda a trajetória econômica da cidade? Segundo Yang, mais de 40 mil pessoas trabalham na Microsoft na região, e cerca de 4 mil empresas foram iniciadas por 'ex-alunos' da Microsoft, muitos dos quais estão na região.

Apenas uma dessas empresas, a RealNetworks, emprega 1,5 mil pessoas, conta Yang em seu artigo. Uma outra empresa que nasceu da Microsoft emprega mais 14 mil e a Fundação Gates possui centenas de funcionários.

"O economista Enrico Moretti (professor da universidade Berkeley, na Califórnia) estima que o crescimento da Microsoft criou 120 mil postos de trabalho diretamente, para trabalhadores de serviços, como limpeza, motoristas de táxi, carpinteiros, cabeleireiros e agentes imobiliários entrou outros e outros 80 mil postos de trabalho para profissionais com formação universitária, como professores, enfermeiros, médicos e arquitetos", diz.

Yang acrescenta que o crescimento da Microsoft também influenciou Jeff Bezos para levar a Amazon para lá, em 1994, quando ele estava à procura de uma cidade com grandes talentos na área de tecnologia para construir uma empresa de e-commerce.

"Hoje, cerca de 17 mil dos 51 mil funcionários da empresa vivem e trabalham na região de Seattle. Se a Microsoft não tivesse estado lá, Bezos poderia facilmente ter migrado para outros lugar", afirma.

De acordo com Yang, as necessidades do dia a dia desses 17 mil profissionais da Amazon deram origem a mais de 85 mil postos de trabalho de serviços qualificados e não qualificados localmente. "É muito surpreendente ver como curso econômico de uma região pode ser alterado por uma decisão pessoal, de empresários que decidiram voltar para casa", finaliza.

Fonte: http://pme.estadao.com.br/noticias/noticias,descubra-como-o-empreendedorismo-salvou-toda-uma-cidade,4489,0.htm

quarta-feira, 12 de março de 2014

CURSO: GERÊNCIA E SUPERVISÃO DE VENDAS DE ALTA PERFORMANCE (COM COACHING)

TENHA A ATITUDE DE APRENDER SEMPRE...
Quanto mais alto seu nível hierárquico, mais você precisa ouvir, ler e participar de palestras e cursos. Procure não perder nenhuma oportunidade de crescer, aperfeiçoar-se com a experiência dos outros, trocar ideias, enfim, aprender sempre...
Pense nisso!

"Nosso principal objetivo é encontrar alguém que nos motive a fazer tudo que somos capazes." (Ralph Waldo Emerson).

PARE UM POUCO E REFLITA:
Imagine que sua empresa é o seu corpo: se você quebra a perna, você não faz nada ou corre para um hospital? Ou você mesmo faz o curativo?
Todos os meses há pessoas entrando e saindo de sua empresa. Todos os meses, a concorrência cria novas maneiras de tentar tirar seus clientes. Todos os meses, clientes novos surgem e os antigos desaparecem.
Esses e outros problemas podem acabar com o lucro de sua empresa. Só que o fazem aos poucos, sem ninguém perceber.
Quando o buraco é muito grande, quando a situação foi longe demais para ser resolvida com ações simples e baratas, contrata-se a ajuda externa de consultores e palestrantes por um valor que a empresa já não suporta.
E se você mesmo pudesse capacitar e treinar sempre sua equipe, novatos, veteranos para melhor enfrentar essas situações do dia a dia?

RESPONDA PRIMEIRO ANTES DE CONTINUAR:
1.    Você acha importante treinar sua equipe de vendas?
2.    Você concorda com a frase: “O conformismo e o comodismo são os piores lugares para os vendedores”?
3.    Você fez algum curso de vendas recentemente? Qual?
4.    Você leu quantos livros este ano? Sobre quais assuntos?
5.    Você (como líder) busca se aprimorar continuamente ou só quando dá ou tem tempo para isso?
6.    Hoje, qual é a sua vantagem competitiva “sustentável” (que não pode ser copiada facilmente) sobre seus concorrentes?
7.    Você e sua empresa tem uma estratégia (ou várias) de atração de clientes potenciais?
8.    Você e sua empresa possui uma estratégia para recuperação e/ou manutenção de clientes?
9.    Você sabe e aplica os indicadores de performance em sua equipe de vendas?
10. Sua equipe de vendas está toda engajada para seguir os objetivos da empresa?

O QUE É?
É um programa de treinamento para desenvolver diretores, gerentes, supervisores da área de vendas e estes capacitarem suas equipes (formação de líderes capacitadores).

POR QUE TREINAR?
Equipes bem treinadas são equipes de sucesso. O aprendizado constante é o que diferencia os grandes líderes daqueles que apenas gerenciam uma equipe. E o treinamento constante nas melhores estratégias, práticas e técnicas podem realmente fazer a diferença em sua empresa.

PÚBLICO-ALVO:
Este curso é indicado para todos aqueles que exerçam a liderança de equipes de vendas ou que pretendam exercer: Diretores comerciais, gerentes, supervisores, líderes de equipes comerciais, vendedores.

OBJETIVO DO CURSO/COMPETÊNCIA-ALVO:
Desenvolver nos líderes a capacidade de estimular seus liderados para geração dos resultados esperados pela empresa.
Gerenciar a área de vendas de uma empresa, através da aquisição de conhecimentos e ferramentas para buscar o aumento da performance em vendas através do planejamento, das estratégias,  dos instrumentos para desenvolver equipes, a fim de melhorar a eficácia das vendas.

PROGRAMA DO CURSO:
Formatado em 10 encontros presenciais, um a cada semana, que trazem todo o conhecimento necessário para você melhorar seus resultados. Confira:
1. INTRODUÇÃO E O COACHING DE VENDAS
2. PLANEJAMENTO
3. PROSPECÇÃO
4. ABORDAGEM
5. LEVANTAMENTO DE NECESSIDADES
6. PROPOSTA DE VALOR
7. NEGOCIAÇÃO
8. FECHAMENTO DA VENDA
9. PÓS-VENDA
10. RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE VENDEDORES

ESTRATÉGIA DE APRENDIZAGEM:
A linha de ensino adotada é um misto de reeducação e o processo de coaching. A estratégia visa oferecer a condução e a reflexão sobre a ação e o desenvolvimento de competências profissionais, através de exposições temáticas dialogadas, apresentação e discussão de videoaulas, apostilas, exercícios de fixação, discussões em grupo, vivências, tarefas para casa e perguntas poderosas.

BENEFÍCIOS PARA A SUA EMPRESA:
Além do treinamento presencial, sua empresa receberá:
- Uma sessão particular e sigilosa de Coaching para você ou seu gerente;
- 12 meses de artigos sobre marketing, vendas, gestão, empreendedorismo – Você imprimi e repassa para sua equipe – periodicidade semanal;
- 12 livros em PDF sobre vendas, motivação, marketing, etc.

FACILITADOR:
MAURICIO HASBENI DE MELO
Advogado Especialista em Direito Empresarial pela FGV e apaixonado por VENDAS.
Coach e Analista Comportamental pelo Instituto Brasileiro de Coaching (IBC).
Criador e Coordenador do Clube do Empreendedor.
Consultor para pequenas e médias empresas.
Coordenador do Núcleo de Desenvolvimento Humano ENGENHARIA DO SUCESSO.

Se você é diretor, gerente e/ou supervisor e quer fazer o curso com sua equipe, mande um e-mail para  hasbeni@gmail.com, ok?